domingo, 27 de junho de 2010

Seu Filho Não Morreu.

Cheguei em casa e de um grito só disse a ela, que me olhava com aquele olhar que só uma mãe sabe fazer:
-Oi mamãe!!! aqui estou eu.
Depois de resfolegar um pouco. continuei:
-O seu filho 'ainda' não morreu.
ela já se unia, as lagrimas dele. depois de um longo silencio em meio de lagrimas ele disse a ultima frase e eles se calaram no meio de um abraço.
-Dizem até que nasci outra vez . . .

Inspirado na Musica "Cidade Grande" do Ave Sangria.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Pelo Caminho.

Não quero ir sozinho, pelo caminho, quero alguém pra acompanhar.

Alguém para ir e vir, para vagar, andar, Caminhar, se isolar, anoitecer e amanhecer com a certeza do amanha. Que me deixe a vontade e confie e guie, que seja do jeito que for, mas sem impor, sem por, transpor mas que eu sinta o vapor e o calor, do meu peito em chamas. E que digas que me amas.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

inComodo.

O Comodismo me incomoda, e com todo esse incomodo como ficar cômodo? No meio de camadas cruas de verdade, me encontro, e me conto como é o conto, aquele contigo, comigo, conosco. Mas não concordo que ele seja Pós-moderno, contemporâneo. Baby me entenda eu sou da década passada, eu sou medieval.

AtribuidoaAlguém!

domingo, 13 de junho de 2010

Duas Sextas Feiras


Segunda , Terça, Quarta. Ah vocês sabem. . . .
Nunca gostei do primeiro dia da semana, pra muitos o ultimo dia. O Domingo. Tarde chata e sem graça corberta por nuvens avermelhadas que me remetem tristeza, por que já vivi duas desincarnações proximas, e nos dois dias o dia estava assim pra mim.
Fazia meses que conseguia me livrar desses domingos, acho que até dezembro do ano passado, vive todos os domingos assim, e isso perdurou até o dia do meu aniversario deste ano, que por incrivel que pareça caiu em um Domingo. mas hoje o domingo veio arrebatador, peito pesado, em casa sozinho isso eu não me acustumo com ausencias, HOJE e SEMPRE faz falta., cerveja que não valem apena ser tomada. enfim queria duas sextas na semana!
~Motivos.

sábado, 12 de junho de 2010

Sabe o cara com a mochila.?

Vim lhe contar uma historia, sabe o cara com a mochila.

- Sim sou eu, e coloco as duas alças, acho uma falta de respeito enorme com a mochila, não sou desses que fica só com uma, sabe assim meio de lado, torto acho horrível.

Sim não era isso que vim dizer, nessa mochila, carrego sempre comigo minhas certezas e ilusões sonhos e esperanças, que não são muitas hoje, também não são poucas, digo melhor, um meio termo.
Sinto falta, de estar nesta mochila, pessoas.

- Isso mesmo pessoas, oxe a mochila é minha e eu levo o que quiser, sinto falta de amigos, conhecidos, ou pessoas estranhas que nos acompanham um bom tempo da vida e depois passam, como brisas. Como eu mesmo disse a um tempo atrás, em algo que escrevi aqui mesmo. “metades que passam inteiras”

Sinto falta de alguém que acompanhe, e hoje. Amanha. Ontem. (sabe? por acompanhar, sei querer nada em troca, eu te acompanho e pronto, quer correr perigo? então vem.)